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Tratamento para estrias em Curitiba

Estrias recentes e antigas respondem de formas diferentes. O tratamento combina técnicas para melhorar cor, textura e profundidade das marcas.

Por Dra. Vanessa Soares, dermatologista · CRM-PR 24381 · RQE 24651

Imagem ilustrativa: tratamento para estrias em Curitiba, com a Dra. Vanessa Soares, dermatologista. Creme hidratante sendo espalhado no braço.
Tipos de estria
Vermelhas (recentes) e brancas (antigas)
Recursos
Microagulhamento, laser, radiofrequência e ativos
Número de sessões
Em geral uma série, definida na consulta

Muita gente acredita que estrias não têm tratamento e que é preciso se conformar com elas. Não é bem assim. As estrias são cicatrizes da pele e, embora não desapareçam por completo na maioria dos casos, podem ficar bem menos aparentes. O tratamento para estrias em Curitiba com a dermatologista escolhe os recursos conforme o tipo e a idade das marcas, para melhorar cor, textura e profundidade.

O que são as estrias

As estrias surgem quando a pele é esticada além da sua capacidade, e as fibras de colágeno e elastina se rompem. Isso acontece em fases como a adolescência, a gestação, o ganho de massa muscular rápido e as variações de peso. O uso de alguns medicamentos, como corticoides, também favorece o aparecimento.

Estrias vermelhas e estrias brancas

  • Estrias vermelhas ou arroxeadas: são recentes, ainda têm inflamação e vasos, e costumam responder melhor ao tratamento.
  • Estrias brancas: são mais antigas, já cicatrizadas, e exigem estímulo mais intenso de colágeno.

Recursos usados no tratamento

  • Microagulhamento corporal: o microagulhamento corporal estimula colágeno e melhora a textura das marcas.
  • Radiofrequência microagulhada: a radiofrequência microagulhada une microagulhas e calor para um estímulo mais profundo.
  • Laser fracionado: o laser fracionado renova a pele em pequenas colunas e melhora o relevo.
  • Peelings e ativos tópicos: auxiliam principalmente nas estrias recentes, conforme a indicação médica.

Como é o tratamento

A dermatologista avalia a cor, a largura, a profundidade e a localização das estrias, além do fototipo da pele. Com base nisso, define os recursos, a ordem das sessões e os intervalos. É comum combinar técnicas ao longo do tratamento para somar os efeitos.

Cuidados antes e depois

  • Evite bronzeamento: antes e durante o tratamento, para reduzir o risco de manchas.
  • Hidratação diária: da pele das áreas tratadas.
  • Siga os cuidados de cada sessão: que variam conforme a técnica usada.
  • Informe gestação e medicamentos: porque alguns ativos não são indicados em determinadas fases.

Contraindicações

Gestação, infecções ou feridas na área, tendência a queloides e uso de alguns medicamentos exigem cautela ou impedem determinados recursos. Durante a gestação, o foco costuma ser a hidratação e a prevenção, com os tratamentos mais intensos programados para depois.

O que esperar do tratamento

A melhora é gradual e depende do tipo de estria. As vermelhas costumam responder mais rápido, enquanto as brancas pedem mais sessões. Na maioria dos casos, o objetivo é deixar as marcas menos visíveis, e não fazê-las desaparecer por completo. Para entender as diferenças entre os tipos, leia estrias brancas e vermelhas têm tratamento.

O tratamento de estrias faz parte da estética corporal e pode ser associado ao tratamento para flacidez corporal quando as duas queixas aparecem juntas.

Áreas em que as estrias costumam aparecer

  • Abdômen: principalmente depois da gestação ou de variações de peso.
  • Seios: em fases de crescimento, na gestação e na amamentação.
  • Glúteos, quadris e coxas: áreas muito comuns em mulheres, desde a adolescência.
  • Braços, ombros e costas: frequentes em quem ganhou massa muscular em pouco tempo.
  • Região lombar: comum em adolescentes, durante as fases de crescimento rápido.

A localização influencia a escolha dos recursos, porque a espessura da pele e a exposição ao sol mudam de uma região para outra. Quando as estrias aparecem junto de ondulações nos glúteos e nas coxas, o plano pode incluir também o tratamento para celulite.

Quando começar o tratamento

O momento certo depende da causa das estrias e da fase de vida. Algumas situações são comuns:

  • Depois da gestação: os procedimentos costumam ser programados após o parto e, em muitos casos, após o fim da amamentação, porque alguns ativos e técnicas não são indicados nesse período.
  • Depois do emagrecimento: o ideal é que o peso esteja estável, para que o estímulo de colágeno não seja prejudicado por novas variações.
  • Na adolescência: o tratamento é avaliado caso a caso, com atenção à fase de crescimento e às expectativas.
  • Estrias ainda vermelhas: é uma boa fase para iniciar, já que as marcas recentes tendem a responder melhor.

Quando as estrias aparecem sem uma causa clara, como gestação, crescimento ou mudança de peso, a dermatologista investiga outras possibilidades, como o uso de corticoides ou alterações hormonais, que podem exigir avaliação complementar.

Quantas sessões são necessárias

Não existe um número fixo. Estrias recentes costumam precisar de menos sessões, enquanto as brancas e mais largas pedem um protocolo mais longo, muitas vezes com recursos alternados. Em geral, as sessões são feitas com intervalo de algumas semanas, para que a pele tenha tempo de produzir colágeno entre um estímulo e outro. A dermatologista reavalia a resposta ao longo do tratamento e ajusta a combinação quando necessário. Em áreas com flacidez importante, o bioestimulador corporal pode ser incluído para melhorar a firmeza da pele ao redor das marcas.

Efeitos esperados e possíveis intercorrências

Os efeitos variam conforme o recurso, mas algumas reações são comuns a quase todos: vermelhidão, sensação de calor, leve inchaço e sensibilidade na área por alguns dias. Nas técnicas com agulhas ou com laser, podem surgir pequenas crostas e descamação fina. Entre as intercorrências possíveis estão as manchas escuras depois da inflamação, mais frequentes em peles morenas e com exposição ao sol, e, raramente, infecções. Seguir as orientações de cada sessão reduz esses riscos, e o artigo sobre cuidados com a pele antes e depois de procedimentos complementa essas recomendações.

Mitos e verdades sobre as estrias

  • Estrias aparecem só em quem engorda: mito. Crescimento, gestação, ganho de massa muscular e medicamentos também causam estrias.
  • Estrias recentes respondem melhor: verdade. As vermelhas ainda têm inflamação e vasos, o que favorece a resposta.
  • Um creme faz as estrias desaparecerem: mito. Ativos tópicos ajudam em alguns casos, mas não eliminam as estrias antigas.
  • A combinação de técnicas ajuda: verdade. Diferentes recursos atuam na cor, na textura e no relevo.

Por que tratar as estrias com a dermatologista

A escolha entre microagulhamento, radiofrequência, laser e ativos depende da cor, da idade das estrias e do fototipo. A dermatologista define a combinação e os intervalos, reduz o risco de manchas em peles mais morenas e acompanha a evolução ao longo das sessões.

Perguntas frequentesdúvidas comuns

Estrias brancas têm tratamento?

Sim. Elas exigem estímulo mais intenso de colágeno, com recursos como microagulhamento, radiofrequência microagulhada e laser fracionado. O objetivo é deixá-las menos aparentes.

Qual a diferença entre estrias vermelhas e brancas?

As vermelhas são recentes e ainda têm inflamação, e costumam responder melhor. As brancas são mais antigas e cicatrizadas, e precisam de mais sessões.

Posso tratar estrias durante a gravidez?

Na gestação, o foco é a hidratação e a prevenção. Os procedimentos e muitos ativos ficam para depois da gestação e da amamentação, conforme orientação médica.

Tratamento para estrias em Curitiba

com a Dra. Vanessa Soares

Se as estrias incomodam, uma avaliação dermatológica mostra quais recursos são indicados para o tipo e a idade das suas marcas.

Dra. Vanessa Soares, médica dermatologista (CRM-PR 24381 · RQE 24651), atende na NUE Wellness Clinic: R. Dep. Heitor Alencar Furtado, 3350 - Laje 101c - Campo Comprido, Curitiba - PR, 81200-110.

As informações deste site têm caráter educativo e não substituem a consulta médica. A indicação de cada tratamento depende da avaliação individual, e os resultados variam de pessoa para pessoa.