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Radiofrequência microagulhada em Curitiba

Combina microagulhas e radiofrequência para aquecer camadas profundas da pele. Indicada para flacidez, poros dilatados, cicatrizes de acne e estrias.

Por Dra. Vanessa Soares, dermatologista · CRM-PR 24381 · RQE 24651

Imagem ilustrativa: radiofrequência microagulhada em Curitiba, com a Dra. Vanessa Soares, dermatologista. Mulher espalhando creme no rosto com as mãos.
Duração da sessão
De 40 a 90 minutos, com anestesia tópica
Retorno à rotina
Em geral em 2 a 5 dias, com a pele avermelhada
Número de sessões
Em geral de 1 a 3, com intervalo definido na consulta

Há quem acredite que tratar cicatrizes e flacidez exige sempre procedimentos agressivos e longos períodos de recuperação. A tecnologia evoluiu nesse ponto. A radiofrequência microagulhada em Curitiba entrega energia diretamente nas camadas profundas da pele, com recuperação relativamente rápida, e trata ao mesmo tempo flacidez, textura, poros e cicatrizes.

O que é a radiofrequência microagulhada

É uma tecnologia que une duas técnicas: o microagulhamento e a radiofrequência. Agulhas muito finas penetram na pele até a profundidade programada e, na ponta, liberam energia de radiofrequência. Esse calor, concentrado dentro da pele, provoca a contração das fibras de colágeno e estimula a produção de colágeno novo, preservando boa parte da superfície.

Como a energia é entregue por dentro, é possível tratar camadas mais profundas com menos agressão à superfície, o que torna a técnica uma opção interessante para diferentes tipos de pele, sempre com parâmetros ajustados pela médica.

Para que serve

  • Flacidez: melhora a firmeza da pele do rosto, do pescoço e de áreas do corpo.
  • Cicatrizes de acne: suaviza o relevo das cicatrizes atróficas.
  • Poros dilatados: melhora o aspecto dos poros e a textura.
  • Estrias: atua no relevo e na textura das estrias, principalmente em combinação com outros recursos.
  • Linhas finas: o estímulo de colágeno contribui para suavizá-las.

Como é a sessão

  • Avaliação e planejamento: a médica define as áreas, a profundidade e a energia.
  • Anestesia tópica: aplicada com antecedência para deixar o procedimento mais confortável.
  • Aplicação: a ponteira percorre a área em disparos sequenciais.
  • Pós imediato: a pele fica avermelhada e levemente inchada, com cuidados específicos.

Cuidados antes e depois

Antes da sessão

  • Evite sol e bronzeamento: nas semanas anteriores.
  • Suspenda ácidos e retinoides: quando orientado.
  • Informe herpes e medicamentos: incluindo isotretinoína e anticoagulantes.

Depois da sessão

  • Vermelhidão, inchaço e pequenas crostas: podem aparecer nos primeiros dias.
  • Use apenas os produtos indicados: e evite maquiagem pelo período orientado.
  • Fotoproteção rigorosa: para evitar manchas depois do procedimento.

Contraindicações

A radiofrequência microagulhada não é indicada durante a gestação, em pessoas com marcapasso ou implantes eletrônicos, em áreas com infecção, herpes ativo ou feridas, durante o uso de isotretinoína oral e em pessoas com tendência a queloides, entre outras situações avaliadas na consulta.

O que esperar

Como depende da produção de colágeno, a melhora é gradual e costuma continuar nos meses seguintes. O número de sessões varia conforme a indicação, a área e a resposta da pele.

A técnica é muito usada em planos para flacidez e para cicatrizes de acne, e pode ser associada ao microagulhamento, ao laser fracionado e ao Ultraformer MPT. No corpo, ela entra no tratamento para estrias.

Para quem a radiofrequência microagulhada é indicada

A técnica costuma ser considerada quando há mais de uma queixa na mesma área, como flacidez leve associada a poros dilatados ou a cicatrizes de acne. Como a energia é entregue dentro da pele, ela também pode ser uma opção para peles mais morenas, desde que os parâmetros sejam conservadores e a pele seja preparada. A decisão leva em conta:

  • Tipo de cicatriz: cicatrizes mais largas e rasas costumam responder melhor do que as muito estreitas e profundas, que podem pedir técnicas complementares.
  • Grau de flacidez: a indicação é para flacidez leve a moderada; quando há excesso de pele, a tecnologia tem limites.
  • Fototipo e histórico de manchas: peles com tendência a escurecer depois de inflamações exigem mais cuidado com a energia e com o preparo.
  • Disponibilidade para a recuperação: é preciso reservar alguns dias com a pele avermelhada e manter a fotoproteção nas semanas seguintes.

Diferença entre a radiofrequência microagulhada e a radiofrequência convencional

Na radiofrequência convencional, a energia é aplicada sobre a superfície da pele e aquece os tecidos de fora para dentro, em geral com várias sessões e um efeito mais suave. Na radiofrequência microagulhada, as agulhas levam a energia até a profundidade programada, o que concentra o calor onde está o colágeno e permite tratar cicatrizes e textura ao mesmo tempo. Em compensação, a versão microagulhada provoca pequenas lesões na pele e pede alguns dias de recuperação, enquanto a convencional quase não interfere na rotina. A escolha depende da queixa e do momento de cada pessoa.

Quantas sessões são necessárias

O protocolo costuma envolver poucas sessões, com intervalo de algumas semanas entre elas, para dar tempo à pele de produzir colágeno novo. O número exato depende da indicação: cicatrizes de acne costumam pedir mais sessões do que o tratamento de poros, por exemplo. Depois da série inicial, a dermatologista avalia a resposta e define se há necessidade de manutenção, que costuma ser mais espaçada.

Em planos para a flacidez do rosto, a radiofrequência microagulhada pode ser intercalada com o bioestimulador de colágeno. No corpo, ela faz parte do tratamento para flacidez corporal, principalmente quando há estrias na mesma região.

Efeitos esperados e possíveis intercorrências

  • Vermelhidão e inchaço: são esperados nos primeiros dias e diminuem de forma progressiva.
  • Pequenos pontos ou crostas finas: marcam os locais de entrada das agulhas e saem sozinhos com a renovação da pele.
  • Sensação de pele áspera: é comum durante a primeira semana.
  • Manchas depois da inflamação: podem acontecer, principalmente com exposição solar precoce, e por isso a fotoproteção é tão importante.
  • Reativação de herpes: é possível em quem tem histórico, e a médica pode indicar prevenção antes da sessão.

Sinais como dor crescente, secreção, bolhas ou vermelhidão que piora depois dos primeiros dias devem ser comunicados à clínica. O artigo sobre fotoproteção no dia a dia explica como escolher e reaplicar o protetor durante a recuperação.

Mitos e verdades sobre a radiofrequência microagulhada

  • É o mesmo que o microagulhamento comum: mito. A radiofrequência acrescenta calor dentro da pele, com estímulo mais profundo.
  • Trata flacidez e textura ao mesmo tempo: verdade. Por isso é muito usada em cicatrizes e poros.
  • Não exige nenhum cuidado depois: mito. Fotoproteção e produtos adequados são essenciais na recuperação.
  • Os parâmetros variam para cada pele: verdade. Profundidade e energia são ajustadas pela médica.

Por que fazer a radiofrequência microagulhada com a dermatologista

A combinação de profundidade, energia e número de passadas define o resultado e o risco de efeitos indesejados. A dermatologista ajusta esses parâmetros ao fototipo e à queixa, identifica contraindicações, como implantes eletrônicos, e organiza a associação com outros tratamentos.

Perguntas frequentesdúvidas comuns

Radiofrequência microagulhada dói?

Com a anestesia tópica, a maioria das pessoas tolera bem o procedimento. A sensibilidade varia conforme a área e a profundidade programada.

Qual a diferença entre radiofrequência microagulhada e microagulhamento?

O microagulhamento cria microcanais na pele. A radiofrequência microagulhada, além das agulhas, libera calor dentro da pele, o que gera um estímulo de colágeno mais profundo.

Posso fazer radiofrequência microagulhada em pele morena?

Em muitos casos, sim, com parâmetros ajustados e cuidados antes e depois para reduzir o risco de manchas. A avaliação do fototipo faz parte da indicação.

Radiofrequência microagulhada em Curitiba

com a Dra. Vanessa Soares

Se flacidez, poros ou cicatrizes incomodam, uma avaliação dermatológica mostra se a radiofrequência microagulhada é indicada para você.

Dra. Vanessa Soares, médica dermatologista (CRM-PR 24381 · RQE 24651), atende na NUE Wellness Clinic: R. Dep. Heitor Alencar Furtado, 3350 - Laje 101c - Campo Comprido, Curitiba - PR, 81200-110.

As informações deste site têm caráter educativo e não substituem a consulta médica. A indicação de cada tratamento depende da avaliação individual, e os resultados variam de pessoa para pessoa.